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SEROTONINA E INTESTINO – qual a relação?

SEROTONINA E INTESTINO – qual a relação?

Você sabia que o bom funcionamento do seu intestino está diretamente ligado ao seu humor? As evidências científicas mais recentes mostram uma relação bidirecional entre o cérebro e o intestino, e a produção de serotonina é um desses aliados.

A diarreia antes de uma reunião importante e o mal humor durante a constipação são exemplos bem conhecidos dessa interação. A comunicação entre esses órgãos ocorre por sinalização nervosa, endócrina e imunológica.

O que causa essa ligação?

O cérebro pode modular a motilidade, a permeabilidade e a secreção intestinal e assim interferir na microbiota.

Os ácidos graxos de cadeia curta (AGCC) – sintetizados pela microbiota a partir da fermentação de amidos não digeríveis – estimulam as células do intestino (porção distal do íleo) a sintetizarem peptídeos YY e GLP-1 (peptídeo-1 semelhante ao glucagon), que atuam no sistema nervoso central induzindo à saciedade e promovendo mudanças comportamentais.

Produção de serotonina

Assim como os AGCC, a serotonina também é secretada no intestino (sintetizadas pelas células enterocromafins) e gera efeitos no sistema nervoso central. Esse neurotransmissor atua na regulação do humor, do apetite e do sono e é sintetizado a partir do triptofano.

Alguns neurônios também têm capacidade para secretar serotonina, que é conhecida como o hormônio da felicidade. A deficiência desse neurotransmissor está associada a depressão, fibromialgia, ansiedade e irritabilidade.

O triptofano é um nutriente essencial para o funcionamento do organismo. Entretanto, o homem não é capaz de produzi-lo e por isso precisa obtê-lo a partir da alimentação. Ovo, abacate, peixes, carne de frango e ervilha são alimentos que contêm triptofano.

Inúmeras bactérias têm capacidade para sintetizar serotonina, entretanto é necessário uma microbiota saudável ou equilibrada para o intestino produzir serotonina

Serotonina e intestino

No intestino, a serotonina é capaz de: controlar a motilidade intestinal – aumentando ou reduzindo as contrações para permitir a digestão e a absorção dos nutrientes; controlar a secreção das enzimas digestivas; e estimular a percepção de náusea e dor.

Embora esse neurotransmissor seja essencial para o controle de funções vitais – respiração e funções neurológicas, por exemplo – mais de 80% dele é sintetizado e utilizado no intestino.

Quando há um desequilíbrio da microbiota intestinal ocorre redução na síntese de AGCC; redução da produção de muco que reveste o epitélio intestinal; e elevação da síntese de zonulina (substância que quebra as ligações entre os enterócitos).

Com isso ocorre o aumento da permeabilidade intestinal e inflamação. Nessas condições, o intestino não tem capacidade de sintetizar a quantidade adequada de serotonina.

Como manter a serotonina em níveis adequados?

Para manter a serotonina em níveis adequados é necessária uma alimentação saudável, capaz de fornecer substratos para a microbiota intestinal metabolizar AGCC e auxiliar na manutenção da integridade do epitélio intestinal, minimizando os riscos de do intestino não conseguir produzir a serotonina.

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Ganho de peso e hormônios tireoidianos

Ganho de peso e hormônios tireoidianos

Quem nunca ouviu falar que o ganho de peso foi por culpa dos hormônios da tireoide?

A tireoide é uma glândula, que possui os hormônios tireoidianos, ela fica localizada na parte anterior pescoço. Ela age na função do coração, cérebro, fígado e rins. Esses hormônios também desempenham um papel importante no crescimento e desenvolvimento das crianças e adolescentes, na regulação dos ciclos menstruais, na fertilidade, ganho de peso, na memória, na concentração e no humor.

Quando em perfeito estado de funcionamento, garante o equilíbrio e a harmonia do organismo. Se houver produção insuficiente ou exagerada dos hormônios tireoidianos temos o hipotireoidismo ou hipertireoidismo.

Hipotireoidismo – Hormônios da Tireoide

O hipotireoidismo é quando a glândula da tireóide não produz hormônios suficientes para a necessidade do organismo.

Hipertireoidismo – Hormônios da Tireoide

O hipertireoidismo é uma disfunção da glândula tireóide na qual ela produz hormônios em excesso, o que impacta
em diversas funções do organismo

Como identificar os hormônios da hipotireoidismo e do hipertireoidismo?

A semelhança entre os sintomas é um fator que dificulta o diagnóstico do tipo de doença na tireóide, por isso os
exames TSH sérico e ultrassom da tireóide são essenciais para fazer o diagnóstico.

Quando se fala em ganho de peso, nem toda variação é problema de tireóide, a maioria das pessoas não ganham peso por conta da redução do hormônio tireoidiano. Existem outras substâncias no organismo além dos hormônios T3 e T4 que participam do gasto metabólico e não se pode predizer qual a contribuição da variação de peso apenas em consequência desses hormônios.

Vários estudos apontam que as pessoas que ganham peso com hipotireoidismo aumentam o peso no máximo em
até 10%. Se tivermos hipotireoidismo e conseguirmos driblar nosso metabolismo com a prática de exercícios e
alimentação saudável não haverá ganho de peso. A obesidade é uma doença crônica com múltiplas causas como:
genética, ambiente, estilo de vida e fatores emocionais

É possível saber se o ganho de peso está relacionado à tireoide?

Para responder essa pergunta é preciso consultar um especialista para que seja investigada toda a sua história de vida. E lembre-se: Investigar a tireoide é importante, mas buscar manter hábitos de vida saudáveis é primordial.

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Depressão e Intestino

Depressão e Intestino

A conexão entre cérebro e intestino tem se revelado fundamental para a saúde emocional.

Não é por acaso que o intestino é considerado o nosso “segundo cérebro”. Nosso trato gastrointestinal é habitado por inúmeras espécies de bactérias que compõem a microbiota intestinal, – conhecida popularmente como flora intestinal – e exercem um papel importantíssimo na nossa saúde.

A saúde de todo o nosso organismo está conectada ao intestino.

A microbiota intestinal pode influenciar na nossa função cerebral. Isso porque ela é responsável pela produção de grande parte das substâncias neuroquímicas, como serotonina e dopamina, que o cérebro utiliza para regular alguns processos, como aprendizagem, memória e humor. Cerca de 90% da serotonina no organismo é produzida pelas células nervosas intestinais. Sua concentração, entretanto, pode ser reduzida pelo estresse.

Um ritmo de vida estressante combinado com uma dieta desequilibrada pode prejudicar tanto a digestão, quanto
desencadear sintomas de ansiedade, irritabilidade, mau humor, tristeza e até depressão.

Como prevenir esses sintomas?

Uma dieta baseada em alimentos altamente processados tem sido associada a menor diversidade de microrganismos intestinais, além disso, uma dieta não saudável pode, também, impedir que os grupos bacterianos benéficos se desenvolvam no nosso intestino.

Para auxiliar no diagnóstico, duas condições específicas devem ser investigadas: a disbiose intestinal e a hiperpermeabilidade intestinal.

Disbiose Intestinal

A disbiose intestinal é um desequilíbrio na flora intestinal em que existe alteração na quantidade e na distribuição
de bactérias no intestino, o que pode causar inflamação e levar à diminuição da capacidade do intestino em
absorver nutrientes.

Permeabilidade intestinal refere-se à facilidade com que as substâncias se movem através da parede. Quando as
junções das paredes do intestino se soltam, ele se torna mais permeável, o que pode permitir que bactérias e
toxinas desloquem-se do intestino para a corrente sanguínea.

Cuide-se!

Qualquer desequilíbrio intestinal tem o poder de desregular órgãos à distância. É por isso que exames específicos
devem ser aplicados antes de qualquer diagnóstico de depressão.

Está sentindo algum desses sintomas? Clique aqui e agende uma consulta com nosso nutrologo!

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Chega de acordar cansado e sem disposição

Chega de acordar cansado e sem disposição

Você sabia que grande parte dos CEOs das empresas mais bem conceituadas do mundo acordam antes mesmo do Sol nascer?

Para acordar cedo com energia é preciso desenvolver hábitos saudáveis do sono e durante o dia também. O cansaço físico e mental é uma das principais reclamações atualmente, atrapalhando a nossa produtividade e disposição. Aqui vão 10 dicas que você pode adotar para melhorar sua energia ao acordar:

1) Comece pelo essencial: dormir entre 7h-8h por noite

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2) Se você deseja acordar mais cedo, mude gradativamente, despertando 15 minutos mais cedo a cada dia

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3) Busque ir dormir e acordar na mesma hora todos os dias.

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4) Prepare o local que irá dormir: livre de luz e com temperatura ambiente

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5) Evite estimulantes após as 18hrs como café, refrigerantes, chá mate ou qualquer alimento com cafeína

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6) Faça refeições leves no período da noite evitando alimentos pesados e carboidratos refinados

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7) Evite o botão soneca do alarme! Acorde aos poucos, mas não volte a dormir

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8) Assim que acordar abra as janelas ou acenda a luz para regular o seu relógio biológico

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9) Hidrate-se assim que acordar com 1 copo de água

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10) Evite exercícios físicos no período da noite

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Intestino: o nosso segundo cérebro

Intestino: o nosso segundo cérebro

Atualmente, a microbiota intestinal é um dos assuntos mais estudados pela medicina. O intestino já é conhecido como o principal órgão imunológico do nosso organismo, e também chamado de “o 2º cérebro”.

O intestino não é só responsável por absorver nutrientes, nele estão presentes bactérias fundamentais para o funcionamento de todo o organismo. Um intestino saudável pode nos proteger de inúmeras doenças como diversos tipos câncer e doenças imunológicas.

Para manter a microbiota saudável, o ideal é incluir na sua alimentação os prebióticos e probióticos, ao mesmo tempo evitando os ❌ alimentos inflamatórios e industrializados. Segue uma lista de alimentos que você pode incluir no seu dia a dia:

✅ Probióticos: são micro-organismos presentes em alimentos como a kombucha, kefir e vinagre de maçã. Também podem ser encontrados em suplementos.

✅ Prebióticos: são componentes alimentares não digeríveis que estimulam a proliferação de bactérias desejáveis no intestino. Os principais alimentos são almeirão, chicória, aspargo, cebola, alho, alho poró, aveia, maçãs, cenoura, lentilha e ervilha.

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Efeito das alterações do microbioma na depressão, obesidade e outras condições

Efeito das alterações do microbioma na depressão, obesidade e outras condições

O microbioma humano é o ecossistema bacteriano que vive nos nossos corpos e a maioria das bactérias intestinais são benéficas, vitais para a nossa saúde. Essas bactérias atuam de maneira simbiótica no nosso organismo, ajudando a extrair energia, nutrientes, gerenciar o apetite, peso corporal e importante função na nossa resposta imune.

Uma das coisas mais importantes que as bactérias probióticas que vivem no microbioma fazem é contribuir para o nosso sistema imunológico. A falta de bactérias intestinais saudáveis ​​(ou seja o desequilíbrio na nossa população intestinal dessas bactérias, também chamada de disbiose intestinal) está ligada ao início de condições como a asma, diabetes, artrite, fibromialgia, eczema, psoríase, síndrome metabólica e doenças cardiovasculares.?

Distúrbios relacionados ao equilíbrio dessas “populações” de bactérias podem gerar impactos no equilíbrio de todo o organismo, doenças autoimunes e até mesmo condições comportamentais como depressão. 

Um estudo recente demostrou que a suplementação de probióticos ajuda a diminuir a ansiedade e a depressão. ?

Já a obesidade pode estar ligada a desequilíbrios nas proporções de determinadas bactérias benéficas que povoam um microbioma saudável.

Em estudos usando ratos, os pesquisadores descobriram que a introdução da flora bacteriana intestinal de camundongos obesos em ratos de tamanho normal resulta em obesidade, mesmo com redução da ingestão de calorias.

Inúmeras pesquisas estão em desenvolvimento para estudar melhor todo o impacto que essas alterações na nossa microbiota intestinal podem causar na saúde e na doença – atualmente já sabemos que eventos podem contribuir negativamente para esse delicado equilíbrio do nosso microbioma.

Condições como estresse crônico, dieta com excesso de carboidratos simples, dieta com muitos alimentos industrializados e uso de antibióticos são algumas delas.

Estamos à disposição para cuidar da sua saúde ?

 

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